Risoto de palmito

Risoto de palmito

Agora aguenta.

Depois de fazer com sucesso uma receita de risoto pretendo experimentar várias.

Ultimamente começaram a se multiplicar restaurantes e serviços de entrega especializados em risotos. Sinal de que o gosto pelo prato está se popularizando. Isso certamente causará o surgimento e aprimoramento de um grande número de receitas.

Então, vou continuar buscando novas ideias e desfrutar do prazer quase tão bom de prepará-las.

Desta fez a escolha recaiu sobre o palmito. Fazer um risoto de palmito é uma escolha óbvia. Estando presente em muitos cardápios, certamente desfruta de boa aceitação pelo público.

Mas, como a ervilha, prefiro consumi-lo frio, ao natural. É comum encontrá-lo em vários pratos quentes. Já provei inclusive palmite assado e fica muito bom. Mas sempre achei que certos alimentos perdem quando aquecidos.

Qual não foi minha surpresa ao constatar que este risoto ficou divino. Melhor que o risoto de bacalhau e com maior potencial de agradar paladares diversos.

O preparo também foi mais fácil e rápido. Seguiu os mesmos passos básicos.

Aqueci 1 litro de caldo de legumes.

Numa panela grande aqueci azeite, dourei três dentes de alho moído e uma cebola ralada.

Então fritei uma xícara de arroz arbóreo mexendo sempre para não grudar. Acrescentei uma taça de vinho branco e mexi bem enquanto o álcool evaporava.

Baixei o fogo e acrescentei o caldo de legumes no arroz. Fui mexendo suavemente durante todo o tempo, acrescentando mais caldo quando começava a secar.

O processo todo durou uns vinte minutos até que o arroz começou a ficar “al dente”. Foi então que adicionei um vidro de palmitos cortados em rodelas e um tomate picado e escorrido, misturando tudo.

Acrescentei ainda uma razoável porção de cheiro verde picado e uma colher de manteiga. Desliguei o fogo e misturei tudo com suavidade para que a manteiga derretesse por completo.

Servi acompanhado de um suculento filé mignon e um palmito grelhado.

Divinamente saboroso.

Abobrinha recheada

Abobrinha recheada

Bateu a fome acompanhada da vontade de degustar algo leve e diferente.

De pronto minha esposa se recorda de uma receita que viu de relance na TV e que lhe deixou com água na boca. Um clássico reciclado com muita leveza e sabor.

Esta delícia eu não preparei, mas acompanhei embevecido e ansioso por degustar e compartilhar a receita.

Batatas recheadas são saborosas, e de tantas possibilidades já viraram franquia de sucesso. Mas encontrar batatas que realmente se prestem a ser assadas já é um pouco mais complicado. Tem que ter tamanho e textura adequadas.

Por serem calóricas e ricas em amido também são evitadas por quem vive em guerra com a balança.

Em seu lugar, então, entra a abobrinha. Mais leve, menos calórica, saborosa é também rica em vitaminas. A abobrinha é um fruto ainda pouco explorado na culinária. Uma pesquisa rápida mostra oito vezes mais receitas com batatas, muitas delas poderiam ser substituídas por algum tipo de abóbora.

Também é mais rápida no preparo podendo ser usada diretamente, não necessitando de cozimento prévio.

E assim, as abobrinhas foram lavadas e cortadas ao meio e o miolo foi escavado e, apenas neste caso, descartado.

Para o recheio, picadinho de frango refogado com alho, cebola, cenoura ralada, tomate picado, cheiro verde e temperos diversos.

Depois de montadas receberam uma generosa camada de molho bechamel salpicado com queijo e foram ao forno para gratinar.

Simples, rápido, prático, leve e com gostinho de quero mais.

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