Salmão ao creme de laranja

Salmão ao creme de laranja

Prato comemorativo para celebrar o início das férias (até que enfim!!!) das crianças, bem entendido.

Passaram de ano, boas notas, vou poder acordar um pouquinho mais tarde, sem correria na hora do almoço.

Mas  depois de um ano atarefado, o início das férias escolares coincide com aquele momento em que começamos a esquecer  coisas (contas, datas de aniversários) e a não ouvir direito (como quando a mulher começa a falar de novas contas para substituir as velhas).

Então nada melhor que uma injeção na veia de proteína, ômega 3 e vitamina C, tudo isso com nome chique – Salmão com Creme de Laranja.

Piada, claro. Mas que os ingredientes tinham tudo isso, tinham.

O peixe é um bom e grosso filé de salmão com pele temperado com sal, pimenta do reino e alecrim.

Enquanto marinava em suco de uma laranja, por quase uma hora, aproveitei para picar tomate, cenoura, pepino japonês (tem outro nome para isso?) alface roxa e cheiro verde para fazer uma refrescante salada.

Cortei os  filés em porções individuais e grelhei na chapa de ferro até chegarem ao ponto. Detalhe, a pele dos filés descola completamente quando eles estão prontos.

Ao mesmo tempo dissolvi um pacote de creme de cebola, desses que se compra em saquinhos, e dissolvi em um litro de suco de laranja não coado.

Numa panela refoguei alho e cebola no azeite, acrescentei umas poucas alcaparras e finalizei com o creme de cebola. Deixei ferver até que a mistura começou a engrossar (uns 5 minutos). Ao final, um cheirinho verde para colorir.

O peixe pronto foi só servir, brindar e comemorar até a última taça do último vinho tinto do ano, pois agora a temporada é dos brancos.

Conchiglione de frango

Conchiglione de frango

Depois de uma semana puxada, ficar recolhido em casa curtindo uma comidinha mais elaborada.

Sem mais fórmula 1, nada de acordar cedo. A pedida então é uma receita básica, sem muita frescura.

Ainda tenho alguns pacotes de bom conchiglione importado. Então, desta vez, será com frango.

Crianças dormindo,  posso fazer sem pressa ao sabor de algumas sagradas sagras.

Refogo o frango no azeite com bacon e alho. Acrescento cebola, cenoura ralada, sal e pimenta a gosto. Finalizo com cheiro verde picado grosso.

Massa recheada com refogado de frango picadinho e molho bechamel.

Recheio a massa cozida “al dente”, salpico uns pedacinhos de queijo gongonzola e cubro com molho bechamel. Mais um cheiro de  parmesão ralado para acrescenter um contraste.

Ao forno para aquescer enquanto preparo uma saladinha de rúcula, tomate, maça e morango, fartamente regados no azeite.

Pronto! A parte fácil está concluída. O desafio agora é tirar a prole da cama e trazer para a mesa.

Peixe ao pesto

Pango ao pesto

Para quem acompanha Fórmula 1, esse dia 14 de novembro guarda sentimentos conflitantes. Termina a temporada e portanto serão três meses sem corridas. Mas depois de uma temporada disputada que foi coroada por uma vitória do esporte sobre a cartolagem, temos muitos motivos para comemorar.

Acordei cedo para assistir à decisão do vôlei feminino, e já coloquei um quilo de peixe para degelar. Um quilo de grossos filés de cação.

O jogo acaba  mal, mas a receita para o almoço segue bem.

A largada para a corrida começa com os filés já temperados com sal, pimenta e limão e posso relaxar e torcer contra Alonso.

Com o acidente de Schumacher, as primeiras paradas de boxe e o desempenho de geral deixando o piloto da ferrari longe do título posso me concentrar em fazer o almoço.

Coloco o peixe no forno médio e preparo o arroz branco.

A salada é obra da patroa que, a essa hora já torce comigo pelo que parecia uma improvável vitória da esportividade.

Em gratidão ao carinho demonstrado preparo uma caipirinha de caju para bebermos juntos.

Em uma frigideira douro o alho no azeite com manteiga, acrescento alcaparras, champignon e uma colher de sopa de pesto.

Derramo este molho quente sobre o peixe, assado e arrumado numa travessa.

Peixe ao pesto no prato

Com a bandeirada final marcando a vitória do mais jovem piloto da história,  salpico cheiro verde sobre o prato e sirvo.

Posso comemorar tranquilo degustando o peixe, a caipirinha e a companhia.

Filé Tatiara ao bacon

Filé Tatiara

Domingo a noite, com vontade de comer algo diferente.

Depois de um delicioso strogonoff no almoço, fica um pouco mais difícil encontrar alguma coisa diferente para fazer. Mas sobrou meia peça de mignon e nenhuma inspiração.

Lembro que tenho várias receitas de uma edição do Festival Comida di Buteco e, resolvido e dar um destino àquele pedaço de filé, vou em busca de inspiração.

Pelo índice, vou direto à página que fala das receitas com filé, poucas, e entre elas essa tal de Tatiara.  Seria nome de uma índia, de um bar tradicional, de um peixe ?

Nenhuma referência nos ingredientes.

Descubro depois que Tatiara é nome feminino de origem latina. Também é o nome de um boteco em Belo Horizonte que pode ter participado de alguma edição daquele Festival.

Dou uma olhada na receita de filé ao bacon também, gosto de alguns detalhes, mas a ideia de assar por 50 minutos desanima.

Então junto tudo e parto para o sacrifício.

Fatio e tempero os filés, acrescentando o detalhe da água de azeitona para inserir um toque de acidez ao sabor.

Na chapa de ferro grelho as fatias de bacon, depois os filés e finalmente grossas rodelas de cebola.

Monto em uma refratária, na mesma ordem, terminando com uma camada de requeijão light, fatias de mussarela e uma salpicada de ervas.

Mando para o forno pré-aquecido por 5 minutos e depois no grill até dourar.

Enquanto espero ficar como mostra a foto, faço uma preliminar em companhia do caetano para enfrentar a deliciosa refrega.

 

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